O nosso Grande Samuel Rosa irá cantar a musica "carango"(Nonato Buzar / Carlos Imperial)
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Samuel rosa no Baile do Simonal
A rede Globo, exibe amanhã, dia 11/12, logo após o programa do Jô, mais um programa de Série Som Brasil. Desta vez será o Baile do Simonal, e contará com a presença de grandes artistas da musica brasileira, como Samuel Rosa, Paralamas, Frejat, Maria Rita, Ed Motta entre outros artistas, e conta com a direção musical de Wilson Simoninha e Max de Castro. A série foi gravada no Viva Rio.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Playlist Solidária do Skank
O Canal de Musica do Terra, o Sonora, resolveu realizar uma campanha solidária, e essa campanha se chama Playlist Solidária da Sonora.Seis artistas estão participando desta campanha, onde cada um escolheu um projeto de caridade e o público vai decidir quem tem a melhor seleção musical e qual instituição será premiada.
Skank, Ivete Sangalo, Pitty, Exaltasamba, Cine e Victor & Leo fizeram uma seleção de sete músicas cada.
Durante 20 dias o público vota na melhor seleção. O artista mais votado recebe R$ 75 mil para doar para a campanha escolhida. O segundo lugar leva R$ 30 mil; o terceiro lugar recebe R$ 25 mil; o quarto, R$ 20 mil; o quinto lugar terá R$ 15 mil e o sexto R$ 10 mil.
Para conhecer as playlists, as instituições e projetos e as justificativas de cada artista visite o site da votação nos links acima ou acesse: http://sonora.terra.com.br/vote
Fonte: http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI4147528-EI1267,00-Artistas+participam+d a+campanha+Playlist+Solidaria+no+Sonora. html
Skank, Ivete Sangalo, Pitty, Exaltasamba, Cine e Victor & Leo fizeram uma seleção de sete músicas cada.
Durante 20 dias o público vota na melhor seleção. O artista mais votado recebe R$ 75 mil para doar para a campanha escolhida. O segundo lugar leva R$ 30 mil; o terceiro lugar recebe R$ 25 mil; o quarto, R$ 20 mil; o quinto lugar terá R$ 15 mil e o sexto R$ 10 mil.
Para conhecer as playlists, as instituições e projetos e as justificativas de cada artista visite o site da votação nos links acima ou acesse: http://sonora.terra.com.br/vote
Fonte: http://musica.terra.com.br/interna/0,,O
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Correção do Post Anterior
Ontem a tarde, coloquei neste blog um post falando sobre a festa de 50 anos em brasília, porem hoje procurei mais fontes e confirmei que Skank, Natiruts e Zezé de Camargo e Luciano são atrações para o reveillon e não para o dia 21 de abril
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Skank na festa de 50 anos de Brasília
No ano de 2010, a capital Brasileira, Brasília, estará completando 50 anos de fundação, e para comemorar essa data, está sendo planejado uma mega festa na Esplanada dos Ministérios para o dia 21 de Abril. A secretaria de Turismo do Distrito Federal, disse está em negociações com Roberto Carlos, as Musas do Axé - Ivete Sangalo, Daniela Mercury e Claudia Leitte, e estão confirmados os shows de Skank, Zezé de Camargo e Luciano e Natiruts. São esperados 2 milhões de pessoas durante as comemorações da data.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Campanha DVD estandarte
A banda mineira Skank, em setembro de 2008, lançou seu 10º álbum, Estandarte. Mediante o sucesso de venda de CDs, a enorme aceitação da crítica especializada, a ampla exposição na mídia e o incontestável sucesso do show, nós, fãs da banda, nos unimos para incentivar o registro dessa turnê em DVD. A banda merece e os fãs agradecem! Gostaria de contar com sua ajuda nesta campanha... basta acessar o link abaixo e colocar seu nome completo e email.... não demora muito... sua assinatura é muito importante para nós fãs do skank....o link é : http://www.petitiononline.com/mod_perl/signed.cgi?Skankdvd&1
muito obrigado!!!!!!!!!!!!!!!
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sábado, 25 de abril de 2009
Sultimente nas Radios
Gente,"plagiando" a idéia ((fantástica!)) da Rakky, vamos fazer a campanha de Sutilmente!Ainda Gosto Dela foi um sucesso nas rádios e nós, como fãs, devemos fazer a mesma coisa com Sutilmente!Seguem telefones de diversas rádios do país! Vamos ligar e pedir Sutilmente SEMPRE, ok?
SÃO PAULO
Mix: (11) 3253.4000
Jovem Pan: (11) 3252.6456
89 FM: (11) 3016.0089
Transamérica: (11) 3025.1001
Metropolitana: (11) 3171.3388
Brasil 2000: (11) 3872.7272
Jovem Pan (Araraquara): (16) 3337.4711 J
ovem Pan (Barra Bonita): 14) 3641.0131
Jovem Pan (Barretos): (17) 3322.2594
96 FM (Bauru) : (14) 2109.9696
Jovem Pan (Campinas): (19) 3212.0075, (19) 3212.1474
89 FM (Campinas): (19) 3213.8989
Jovem Pan (Capão Bonito): (15) 3542.1410
Jovem Pan (Catanduva): (17) 3523.2999
8 FM (Jacareí): (12) 3955.8888
Jovem Pan (Marília): (14) 3481.6829
Jovem Pan (Mogi-Guaçu): (19) 3212.1474
Jovem Pan (Piracicaba): (19) 3434.9284, (19) 3422.1060
Jovem Pan (Ribeirão Preto): (16) 3610.3899
Jovem Pan (Santos): (13) 3289.2200
Jovem Pan (São Carlos): (16) 3362.3322
Jovem Pan (S. João da Boa Vista): (19) 3622.2926
Jovem Pan (S. José dos Campos): (12) 3938.8700
Jovem Pan (S. José do Rio Pardo): (19) 3608.3600
Jovem Pan (S. José do Rio Preto) (17) 4009.3299
Jovem Pan (Sorocaba): (15) 3224.3999
Jovem Pan (Taubaté): (12) 3632.0555
RIO DE JANEIRO
Mix: (21) 2105.1021
Transamérica: (21) 3878.2929
Oi FM: (21) 3131.9207
Jovem Pan (Três Rios): (24) 2255.1996
MINAS GERAIS
98 FM: (31) 3215.9898
Mix: (31) 3209.0917
Transamérica: (31) 3213.8870
Jovem Pan (Belo Horizonte): (31) 2125.0990
Jovem Pan (Diamantina): (38) 3531.9989
Jovem Pan (Ipatinga): (31) 3827.0770
Jovem Pan (S. Sebastião do Paraíso): (35) 3558.7451
Oi FM (BH): (31) 3284.6168
Oi FM (Uberlândia): (34) 3212.0855
Sete Colinas (Uberaba): (34) 3313.4500
Rádio Cidade: (32) 3215.1001
Solar: (32) 3215.1620
BAHIA Transamérica: (71) 3534.0100
SÃO PAULO
Mix: (11) 3253.4000
Jovem Pan: (11) 3252.6456
89 FM: (11) 3016.0089
Transamérica: (11) 3025.1001
Metropolitana: (11) 3171.3388
Brasil 2000: (11) 3872.7272
Jovem Pan (Araraquara): (16) 3337.4711 J
ovem Pan (Barra Bonita): 14) 3641.0131
Jovem Pan (Barretos): (17) 3322.2594
96 FM (Bauru) : (14) 2109.9696
Jovem Pan (Campinas): (19) 3212.0075, (19) 3212.1474
89 FM (Campinas): (19) 3213.8989
Jovem Pan (Capão Bonito): (15) 3542.1410
Jovem Pan (Catanduva): (17) 3523.2999
8 FM (Jacareí): (12) 3955.8888
Jovem Pan (Marília): (14) 3481.6829
Jovem Pan (Mogi-Guaçu): (19) 3212.1474
Jovem Pan (Piracicaba): (19) 3434.9284, (19) 3422.1060
Jovem Pan (Ribeirão Preto): (16) 3610.3899
Jovem Pan (Santos): (13) 3289.2200
Jovem Pan (São Carlos): (16) 3362.3322
Jovem Pan (S. João da Boa Vista): (19) 3622.2926
Jovem Pan (S. José dos Campos): (12) 3938.8700
Jovem Pan (S. José do Rio Pardo): (19) 3608.3600
Jovem Pan (S. José do Rio Preto) (17) 4009.3299
Jovem Pan (Sorocaba): (15) 3224.3999
Jovem Pan (Taubaté): (12) 3632.0555
RIO DE JANEIRO
Mix: (21) 2105.1021
Transamérica: (21) 3878.2929
Oi FM: (21) 3131.9207
Jovem Pan (Três Rios): (24) 2255.1996
MINAS GERAIS
98 FM: (31) 3215.9898
Mix: (31) 3209.0917
Transamérica: (31) 3213.8870
Jovem Pan (Belo Horizonte): (31) 2125.0990
Jovem Pan (Diamantina): (38) 3531.9989
Jovem Pan (Ipatinga): (31) 3827.0770
Jovem Pan (S. Sebastião do Paraíso): (35) 3558.7451
Oi FM (BH): (31) 3284.6168
Oi FM (Uberlândia): (34) 3212.0855
Sete Colinas (Uberaba): (34) 3313.4500
Rádio Cidade: (32) 3215.1001
Solar: (32) 3215.1620
BAHIA Transamérica: (71) 3534.0100
quarta-feira, 18 de março de 2009
Nova Musica do skank
Hoje no show do skank no BBB9
o vocalista samuel rosa, acabou dando uma dica sobre a nova musica de trabalho do skank, num momento do show, ele falou para os integrantes da casa mais vigiada do Brasil, " que a proxima musica que irá ser tocada, seria a musica que em breve estaria nas radios do Brasil" em seguida a musica sultimente foi executada
Felipe Arouca
o vocalista samuel rosa, acabou dando uma dica sobre a nova musica de trabalho do skank, num momento do show, ele falou para os integrantes da casa mais vigiada do Brasil, " que a proxima musica que irá ser tocada, seria a musica que em breve estaria nas radios do Brasil" em seguida a musica sultimente foi executada
Felipe Arouca
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Noites de Um verão Qualquer
O estandarte e o Skank vieram com a força total
desde o lançamento da musica Ainda Gosto dela, que a banda vem colhendo bons frutos,
e como um bom cd, que é uma tradição do skank, o cd ja emplacou três musicas em novelas da globo, a primiera foi ainda gosto dela na novela Negocio da China, depois foi a Musica Para-Raio na novela Caminhos da India e Agoa veio a Musica Noites de Um Verão Qualquer na novelinha da Tarde Malhação, isto indica que o cd tem um super futuro pela Frente
Boa Sorte ao Skank
desde o lançamento da musica Ainda Gosto dela, que a banda vem colhendo bons frutos,
e como um bom cd, que é uma tradição do skank, o cd ja emplacou três musicas em novelas da globo, a primiera foi ainda gosto dela na novela Negocio da China, depois foi a Musica Para-Raio na novela Caminhos da India e Agoa veio a Musica Noites de Um Verão Qualquer na novelinha da Tarde Malhação, isto indica que o cd tem um super futuro pela Frente
Boa Sorte ao Skank
A VOLTA DO BOLACHÃO
Por dever de ofício, o nobre Gran Mestre da Ordem Cavernosa Jedi da Contracapa André Seben, traz a boa nova, que saiu hoje no Estadão. Trata-se da reativação da PolySom, a única fábrica de discos em vinil do país, sedidada no Rio de Janeiro. Lorde Sebas, também conhecido no mundo do crime como Carlinhos Seis Cordas, foi quem descobriu, há exatamente um ano, que a empresa estava fechando as portas e encerrando sua produção. E trouxe a informação aqui neste blog. Por isso é que, faceiro, ele retorna para nos trazer este alento. Com as vendas dos vinis disparando mundo afora, seria mesmo um tiro no pé não mantermos nenhuma prensa aqui.
Desde o fim da PolySom, restou aos artistas brasileiros recorrerem a fábricas na Europa (Portgual, por exemplo) e nos Estados Unidos. E a procura por este modelo também cresce assustadoramente no Brasil.
O retorno dos bolachões
Desta vez não é só saudosismo: o interesse por discos de vinil cresce entre novos consumidores, gravadoras investem em lançamentos e fábrica reabre no Rio
Lauro Lisboa Garcia
O CD está pela hora da morte, há tempos já se diz. Para quem gosta de música, porém, há boas novas no horizonte. Os velhos e amados discos de vinil, que fazem a alegria de colecionadores e roqueiros, estão de novo em alta no mercado. Mas desta vez o movimento não se restringe aos sebos, que têm se mantido em pé graças aos bolachões, e as novidades não vêm só dos Estados Unidos, onde as vendas subiram em 2008 (leia abaixo). Além dos lançamentos importados - disponíveis até em duas redes de livrarias, a Cultura e a Saraiva -, "um sonho realizável" está para se concretizar. A última fábrica de vinil no Brasil, a Polysom, que fechou as portas em outubro de 2008, vai reabrir sob nova administração. Quem assume as rédeas desta vez é o empresário João Augusto, presidente da gravadora independente Deckdisc.Outro sinal de interesse nesse nicho parte da major Sony/BMG, que vai relançar, a partir de fevereiro, em CD e LP, 30 títulos de artistas de seu acervo, como Da Lama ao Caos (Chico Science & Nação Zumbi) e os homônimos álbuns de estreia de João Bosco e Vinícius Cantuária, para citar três do primeiro lote."A Polysom fechou por problemas de administração e é só essa questão que falta resolver. Nós nos interessamos pela fábrica e decidimos adquiri-la e colocar logo em funcionamento. Queremos já soltar os primeiros discos em abril", diz o experiente João Augusto, que já atuou na antiga Polygram, na EMI e na Abril Music. "Temos a colaboração dos antigos donos, que também trabalhariam com a gente, há uma grande corrente favorável." O projeto não é só dele, estão envolvidos outros profissionais com quem trabalha na Deckdisc. Um deles é o produtor Rafael Ramos, seu filho e um grande entusiasta do vinil.A ideia básica, segundo João, é atender a indústria, não só do Brasil, mas de toda a América Latina, já que deve ser a única no continente. "Isso atinge potencialmente Argentina, Chile e Colômbia, mas basicamente o Brasil, para atender selos como Monstro, Baratos Afins e todo mundo dessa área. Por outro lado, tem as majors, que sempre encontram problemas quando seus artistas querem lançar LP, porque o processo de importação é muito lento. Temos o exemplo de Cê, de Caetano Veloso, que saiu muito depois do CD e foi até um êxito de vendas."Na Europa e nos Estados Unidos é cada vez mais comum o lançamento do CD de artistas em evidência hoje também ter uma produção paralela em LP - caso de Amy Winehouse, Portishead, Beck e o citado Radiohead. Por aqui, o último a investir nos dois formatos foi Lenine, com Labiata, em 2008. O próximo será o Skank. A versão em LP do álbum mais recente da banda, Estandarte, sai entre março e abril pela Sony/BMG. O problema é que, como os discos são fabricados nos Estados Unidos, o bolachão chega ao consumidor brasileiro com valor de importado: em torno de R$ 120.Os relançamentos da série Primeiro Disco, da Sony/BMG, confeccionados nos EUA, custarão em torno de R$ 150, reunindo com o CD, o LP e um encarte especial, com fotos e material de pesquisa, numa edição conjunta. Serão mil unidades por título. "Não acredito em volumes expressivos de vendas, mas existe um movimento em torno disso", diz Marcus Fabrício, gerente de marketing da gravadora. "É um teste, mas a gente pode ter uma surpresa, uma demanda que valha a pena produzir discos no Brasil, podendo baixar o custo de manufatura e o preço para o consumidor. Aí pode valer a pena esporadicamente investir em lançamentos simultâneos com o CD, como acontece lá fora."João Augusto também não pensa em ter lucro, mas que pelo menos empate o investimento. "A intenção onírica é muito maior do que a econômica", diz. Como diante da falência do mercado massivo o de nicho ganha importância, a intenção do chefão da Deckdisc é também investir em acervo. "Vamos criar um label próprio para relançar coisas antigas. As majors não se interessam em fazer produtos para vender 500 cópias. A gente vai se interessar." A Universal, por exemplo, já cogitou disponibilizar todo seu fabuloso catálogo para ele.No cargo de comprador de música da Livraria Cultura, em São Paulo, Rodrigo de Castro é outro entusiasta da causa e incentivador da reabertura da fábrica de vinil. "A gente abriria espaço na loja para reedições de álbuns antigos, se tivessem algo especial. Mas não dá para apostar numa Mart?nália, por exemplo", compara. "Um álbum como Labiata, do Lenine, é conceitual, bacana, mas não tem venda expressiva. Hoje, um lançamento em vinil tem de ter alguma faixa exclusiva, sair em edições limitadas." E precisa ser bom, certo?Desde 2006 a Cultura, em São Paulo, vem investindo gradativamente na comercialização de LPs. Começou com títulos de Itamar Assumpção, Mutantes e Fellini, da Baratos Afins, e hoje investe mais nos importados. Os preços variam de R$ 99 a R$ 109. Para o vinil se popularizar, outro passo importante é a indústria nacional voltar a fabricar os toca-discos. Os aparelhos importados, como os discos, continuam caros. Dos PrimórdiosPRIMEIRO DISCO: Os álbuns Da Lama aos Caos (1994), de Chico Science & Nação Zumbi, marco zero do movimento mangue beat, e João Bosco, de 1973, com o clássico Bala Com Bala, voltam em fevereiro em edição especial com CD e LP.
FONTE: BLOG DO MARQUINHOS
Desde o fim da PolySom, restou aos artistas brasileiros recorrerem a fábricas na Europa (Portgual, por exemplo) e nos Estados Unidos. E a procura por este modelo também cresce assustadoramente no Brasil.
O retorno dos bolachões
Desta vez não é só saudosismo: o interesse por discos de vinil cresce entre novos consumidores, gravadoras investem em lançamentos e fábrica reabre no Rio
Lauro Lisboa Garcia
O CD está pela hora da morte, há tempos já se diz. Para quem gosta de música, porém, há boas novas no horizonte. Os velhos e amados discos de vinil, que fazem a alegria de colecionadores e roqueiros, estão de novo em alta no mercado. Mas desta vez o movimento não se restringe aos sebos, que têm se mantido em pé graças aos bolachões, e as novidades não vêm só dos Estados Unidos, onde as vendas subiram em 2008 (leia abaixo). Além dos lançamentos importados - disponíveis até em duas redes de livrarias, a Cultura e a Saraiva -, "um sonho realizável" está para se concretizar. A última fábrica de vinil no Brasil, a Polysom, que fechou as portas em outubro de 2008, vai reabrir sob nova administração. Quem assume as rédeas desta vez é o empresário João Augusto, presidente da gravadora independente Deckdisc.Outro sinal de interesse nesse nicho parte da major Sony/BMG, que vai relançar, a partir de fevereiro, em CD e LP, 30 títulos de artistas de seu acervo, como Da Lama ao Caos (Chico Science & Nação Zumbi) e os homônimos álbuns de estreia de João Bosco e Vinícius Cantuária, para citar três do primeiro lote."A Polysom fechou por problemas de administração e é só essa questão que falta resolver. Nós nos interessamos pela fábrica e decidimos adquiri-la e colocar logo em funcionamento. Queremos já soltar os primeiros discos em abril", diz o experiente João Augusto, que já atuou na antiga Polygram, na EMI e na Abril Music. "Temos a colaboração dos antigos donos, que também trabalhariam com a gente, há uma grande corrente favorável." O projeto não é só dele, estão envolvidos outros profissionais com quem trabalha na Deckdisc. Um deles é o produtor Rafael Ramos, seu filho e um grande entusiasta do vinil.A ideia básica, segundo João, é atender a indústria, não só do Brasil, mas de toda a América Latina, já que deve ser a única no continente. "Isso atinge potencialmente Argentina, Chile e Colômbia, mas basicamente o Brasil, para atender selos como Monstro, Baratos Afins e todo mundo dessa área. Por outro lado, tem as majors, que sempre encontram problemas quando seus artistas querem lançar LP, porque o processo de importação é muito lento. Temos o exemplo de Cê, de Caetano Veloso, que saiu muito depois do CD e foi até um êxito de vendas."Na Europa e nos Estados Unidos é cada vez mais comum o lançamento do CD de artistas em evidência hoje também ter uma produção paralela em LP - caso de Amy Winehouse, Portishead, Beck e o citado Radiohead. Por aqui, o último a investir nos dois formatos foi Lenine, com Labiata, em 2008. O próximo será o Skank. A versão em LP do álbum mais recente da banda, Estandarte, sai entre março e abril pela Sony/BMG. O problema é que, como os discos são fabricados nos Estados Unidos, o bolachão chega ao consumidor brasileiro com valor de importado: em torno de R$ 120.Os relançamentos da série Primeiro Disco, da Sony/BMG, confeccionados nos EUA, custarão em torno de R$ 150, reunindo com o CD, o LP e um encarte especial, com fotos e material de pesquisa, numa edição conjunta. Serão mil unidades por título. "Não acredito em volumes expressivos de vendas, mas existe um movimento em torno disso", diz Marcus Fabrício, gerente de marketing da gravadora. "É um teste, mas a gente pode ter uma surpresa, uma demanda que valha a pena produzir discos no Brasil, podendo baixar o custo de manufatura e o preço para o consumidor. Aí pode valer a pena esporadicamente investir em lançamentos simultâneos com o CD, como acontece lá fora."João Augusto também não pensa em ter lucro, mas que pelo menos empate o investimento. "A intenção onírica é muito maior do que a econômica", diz. Como diante da falência do mercado massivo o de nicho ganha importância, a intenção do chefão da Deckdisc é também investir em acervo. "Vamos criar um label próprio para relançar coisas antigas. As majors não se interessam em fazer produtos para vender 500 cópias. A gente vai se interessar." A Universal, por exemplo, já cogitou disponibilizar todo seu fabuloso catálogo para ele.No cargo de comprador de música da Livraria Cultura, em São Paulo, Rodrigo de Castro é outro entusiasta da causa e incentivador da reabertura da fábrica de vinil. "A gente abriria espaço na loja para reedições de álbuns antigos, se tivessem algo especial. Mas não dá para apostar numa Mart?nália, por exemplo", compara. "Um álbum como Labiata, do Lenine, é conceitual, bacana, mas não tem venda expressiva. Hoje, um lançamento em vinil tem de ter alguma faixa exclusiva, sair em edições limitadas." E precisa ser bom, certo?Desde 2006 a Cultura, em São Paulo, vem investindo gradativamente na comercialização de LPs. Começou com títulos de Itamar Assumpção, Mutantes e Fellini, da Baratos Afins, e hoje investe mais nos importados. Os preços variam de R$ 99 a R$ 109. Para o vinil se popularizar, outro passo importante é a indústria nacional voltar a fabricar os toca-discos. Os aparelhos importados, como os discos, continuam caros. Dos PrimórdiosPRIMEIRO DISCO: Os álbuns Da Lama aos Caos (1994), de Chico Science & Nação Zumbi, marco zero do movimento mangue beat, e João Bosco, de 1973, com o clássico Bala Com Bala, voltam em fevereiro em edição especial com CD e LP.
FONTE: BLOG DO MARQUINHOS
Premio Multishow
Votem no SKANK - PRÊMIO MULTISHOW 2009 (1ªfase)
Em 2009 acontece a 16ª edição do Prêmio Multishow de Música Brasileira. A escolha dos vencedores acontece em duas etapas. Na primeira, o público escolhe, nas dez categorias, os destaques nacionais de 2008. A primeira fase se encerra no dia 14 de março.--Melhor Cantor: Samuel Rosa-Melhor Cantora: --Melhor grupo: Skank-Revelação: --Melhor instrumentista: HP/Lelo/Haroldo-Melhor música: Ainda Gosto Dela-Melhor Clipe: Ainda Gosto Dela-Melhor Show: Skank-Melhor DVD de Música: --Melhor CD: Estandarte--PS: Tem que fazer login no site do Multishow, pra votar!!--link: http://multishow.globo.com/Premio-Multishow/Vote-no-Premio/--grande abraço a todos!!
Em 2009 acontece a 16ª edição do Prêmio Multishow de Música Brasileira. A escolha dos vencedores acontece em duas etapas. Na primeira, o público escolhe, nas dez categorias, os destaques nacionais de 2008. A primeira fase se encerra no dia 14 de março.--Melhor Cantor: Samuel Rosa-Melhor Cantora: --Melhor grupo: Skank-Revelação: --Melhor instrumentista: HP/Lelo/Haroldo-Melhor música: Ainda Gosto Dela-Melhor Clipe: Ainda Gosto Dela-Melhor Show: Skank-Melhor DVD de Música: --Melhor CD: Estandarte--PS: Tem que fazer login no site do Multishow, pra votar!!--link: http://multishow.globo.com/Premio-Multishow/Vote-no-Premio/--grande abraço a todos!!
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